Pages

Subscribe:
Mostrando postagens com marcador Super Nintendo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Super Nintendo. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de abril de 2012

Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time (Super Nintendo)

Em Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time, o grande vilão Destruidor (Shredder) e seu aliado, Krang, sequestram  a Estátua da Liberdade, afim de atrair as tartarugas. Elas então, vão ao resgate da Estátua, porém, no decorrer da aventura acabam sendo enviadas para outra dimensão, ficando presas no tempo!
 
 O jogo começa em uma fase linda, uma ponte com bolas de ferro caindo, o que me lembrou na hora as bolas de ferro que caem da escada em TMNT 2 do Nes e o original do arcade, e o mais legal, o Krang gigante aparece logo na primeira fase atirando raios com os olhos enquanto você enfrenta os ninjas do clã. O inimigo é o Dr Baxter em forma de mosca e ficou muito legal enfrentá-lo.


A segunda fase me lembrou muito a segunda fase das turtles 2, como eu vou me referir daqui em diante para aos jogos TMNT original do arcade e o 2 do Nes, tem os objetos de cenários clássicos para interagir, como o hidrante e as tampas de bueiro arremessadas pelos ninjas. A música é animal, melhor ainda que a da primeira que já era incrível e depois de espancar alguns foot soldiers você enfrenta as turtles robôs, muito fiel ao desenho animado e com um esqueminha bem legal, aliás todos os inimigos tem um esquema para enfrentá-los, e depois de várias vezes de jogatina você acaba pegando jeito e derrotando sem perder vida, o que não acontece em turtles 2 onde todos inimigos tem o mesmo esquema: paciência.


Nessa fase pulam uns monstros da água tentando lhe acertar com suas garras, e me lembrava de tê-los vistos em um episódio aonde elas vinham das pizza que eram jogadas foras e iam parar no esgoto ou algo assim, não me lembro exatamente. O inimigo é o Rei dos ratos pilotando um navio de guerra da Dimensão X que atira mísseis e lança espinhos na água que machucam os pés das turtles e faz elas gritarem, isso sempre tem nos jogos das turtles: uma animaçaozinha para alguns danos específicos, como cair em bueiro, sofrer ataque com fogo ou gelo, etc.


Depois de vencer os esgotos você avista o majestoso Thecnodromo e ainda bem que já tinha jogado o TMNT 3 do Nes e já sabia que não era a última fase, pois não queria que o jogo acabasse tão cedo. A música não é aquela música incrível do Technodromo do TMNT 2 mas o inimigo de tela, ou inimigos de tela são muito legais, são os monstrengos do segundo filme das turtles que adorava assistir, a tartaruga espinhuda e o cachorro gigante, meu Deus, aquilo era muito legal, coisa de arcade, como o Bebop e Rocksteady vindo juntos, coisa que não tinha tido a oportunidade de enfrentar já que na versão Nes foi cortado pois o 8 bits não tinha capacidade de colocar os dois inimigos juntos.
 
Após derrotá-los, cheguei ao elevador, coisa que já estava acostumado, todos os turtles ou qualquer beat´up tem que ter um elevador. E ao chegar ao fim do elevador, avistei o Destruidor, mas ele não vem lhe enfrentar como nos outros jogos: ele vem dentro de um Mecha. Nunca gostei disso, fiquei muito decepcionado, queria uma luta como em Turtles 3, reconhecia o esforço pela novidade, mas tem coisa que para mim não deve mudar. Além disso, por causa dessa luta no mecha, nunca teremos uma luta com o Destruidor portando aquela espada em 16 bits.
Lembra da ombrada e do arremesso de foot soldier para a tela? Pois bem, aqui vc deve usar a ombrada para paralisar os infinitos ninjas que chegam e depois arremessá-los para a tela e assim atingir a cabine do Mecha onde está o Destruidor.

Ao vencer o Destruidor ele envia você para viajar no tempo e a primeira parada é na pré-história. Não gostei nada disso, a música não empolgava tanto a tela não era interessante e vinha muito daqueles generais de pedra chatos do caramba. O inimigo é uma Tartaruga pré-histórica, o que eu tinha achado bem legal na época. Gostei muito de ver a cabeça do Destruidor lapidada em uma montanha no fundo da tela estilo esfinge.

A próxima parada na história é em um navio, que apesar da música ser mais chatinha ainda, a tela é mais interessante com tábuas que ao serem pisadas, viram e batem na cara das turtles em mais uma animação especial. E os inimigos, meu Deus, me empolguei muito quando os vi, os atrapalhados Bebop e Rocksteady juntos, vestidos de pirata. Finalmente me senti jogando o Arcade que tanto desejava: enfrentar aqueles dois juntos era uma realização. Eles se trombavam, batiam suas armas e no final acabavam lutando entre si e caiam derrotados, eu ja gostava esses detalhes.

Saindo do navio fui parar em um trem em movimento, um trem bem longo e com bastante generais de pedra. O inimigo é o crocodilo tipo crocodilo dundee, mas crocodilo mesmo, com escamas e tudo, velho inimigo das turtles do desenho animado, muito bem desenhado e fiel ao desenho.aquilo me impressionava muito, os gráficos, sons, qualidade das músicas.

E então fui para o futuro e logo na tela de título da fase me empolguei e gritei “é o Krang”, nem pisquei na fase, eu tinha que ver o Krang.
A fase é bem interessante graficamente, você vê as turtles de costa em um skate futurístico e os inimigos vem do topo da tela e com um golpe você os derrota, tipo uma fase bônus, mas no final dela vem o Krang, bem diferente do que nos outros games, ele tem uma asa nas costas e é um pouco maior do que de costume, ou talvez eu estivesse estranhado a altura dele por estar acostumado com a versão 8 bit. E aqui vai o que me deixou muito chateado: ao ser derrotado ele sai do seu Mecha e eu já gritei “Eu sou invencível” assim como ele fazia nos outros games das turtles, mas ele me deixou no vácuo, falou algo que não entendi nada e foi embora. Fiquei como cara de tacho, e como eu disse, tem coisa que não pode mudar, é um legado!

Então chega a fase da base espacial, e o game me surpreende mais uma vez, com uma música incrível, um remix da música da fase da nave do Turtles 3, e assim como na versão 8 bits, essa era a última fase do jogo. É uma fase bem longa, mas com a música empolgante eu nem notei. Como percebi que a fase e a música eram muito semelhantes à turtles 3, me empolguei com a idéia que o inimigo talvez fosse uma reedição do incrível Super Destruidor, um dos inimigos que mais tinha gostado de enfrentar em 8 bits.
O inimigo era o Krang novamente, mas em outro tipo de mecha, uma navinha que atira bolhas que fazia mais uma animação ao acertar as turtles. Então fiquei esperançoso, que talvez por isso o Krang não tivesse falado sua frase marcante. Em um telão o Destruidor assistia a batalha e ficava torcendo muito por seu amigo, adoro esses detalhes, e o Destruidor definitivamente ele gosta de aparecer em uma TV! Mas infelizmente ao ser derrotado, Krang explode junto com seu mecha e além de não dizer sua frase, não consegue escapar, o que piora tudo, porque tava doido pra da um sacode nele.

E então as turtles volta para o technodramo para enfrentar o Destruidor em uma ponte bem em frente ao rosto da estátua da liberdade, muito bom, um capricho! Vem então  o Super Destruidor como eu torcia para acontecer, com um gráfico impressionante e com o remix da música do Super Destruidor 8 bits do turtles 3, para mim a melhor música de último boss de todos os tempos. Ele vem em sua forma normal e se transforma em sua versão Super, mas achei a versão normal mais legal, melhor desenhada do que sua versão super, o que me fez sentir ainda mais falta de não ter uma luta com sua forma normal no technodromo sem o mecha. A luta é interessante, com um padrão tipo paciência, onde eu ficava esperando ele dar o golpe azul para poder dar uma sequência de golpes nele, mas infelizmente a luta não chega aos pés da luta com o Super Destruidor 8 bits.

Ao derrotar o Destruidor, vem o final com as Turtles entregando a estátua, a April dando uma piscadinha para a tela, o Splinter olhando para tela como querendo dizer ''Esses são os meus garotos'', depois vem os créditos com uma música bem legal e termina com uma apresentação das turtles, seus inimigos, as telas tudo com uma música animal.

 Os personagens

Leonardo
Leonardo é o líder de fato das tartarugas. Sua bandana é azul, e sua arma é um par de ninja-to, a espada reta ninja. Seu nome vem do pintor e inventor Leonardo da Vinci.

 Michelangelo
Michelangelo (ou Miguel Ângelo) é o cômico e extrovertido do grupo, e o maior comedor de pizza. Sua bandana é laranja, e sua arma é um par de nunchakus (em países em que a arma é ilegal, Michelangelo era adaptadas para brandir tonfas ou ganchos). Seu nome vem do escultor Michelangelo Buonarroti.

Donatello
Donatello é o intelectual e inventor do grupo. Sua bandana é roxa, e sua arma é um cajado Bo. Seu nome vem do escultor Donato di Niccolò di Betto Bardi.

Rafael
Rafael é o anti-herói, e especializado em tiradas (geralmente tendo Michelangelo como alvo). Sua bandana é vermelha, e sua arma é um par de sais. Seu nome vem do pintor Rafael Sanzio.

Curiosidades

Teenage Mutant Ninja Turtles (abreviado TMNT, em inglês), conhecidos no Brasil como Tartarugas Ninja, é um grupo de 4 tartarugas antropomórficas adolescentes, mutantes e ninjas, treinadas pelo rato, Mestre Splinter. Os 4 são batizados em homenagem a artistas renascentistas: Leonardo, Michelangelo, Donatello e Rafael. As Tartarugas moram no esgoto de Nova York, e seu grande inimigo é o destruidor (Shredder), líder de uma gangue de ninjas. Destaque para o bordão do quarteto: “Cowabunga!”.

As Tartarugas foram criadas numa história em quadrinhos da Mirage Comics em 1984, na parceria de Kevin Eastman e Peter Laird. A popularidade cresceu após um desenho animado que iniciou-se em 1987 e durou 9 anos, até 1996. Depois foram adaptadas em uma série com atores reais chamada Ninja Turtles: The Next Mutation (As Tartarugas Ninja: a Próxima Mutação), 4 filmes, videogames da Konami e uma nova animação, que começou a ser exibida em 2003.

Capa e fita originais do jogo


Intro de Teenage Mutant Ninja Turtles IV


Goof Troop (Super Nintendo)


Hoje vou falar sobre um game que entra justamente nessa fase de bons momentos da minha vida, que se inicia com o clássico console Super Nintendo. Goof Troop é o nome dele, um game que com certeza entre os gamers que tiveram a oportunidade conhecê-lo, nunca foi esquecido. Um game multiplayer que levou minha família, amigos e possivelmente a sua em horas de diversão.

Em meados de 1993 e praticamente em uma época que só se falava de Street Fighter 2 da Capcom, um game foi lançado para o console Super Nintendo, chamado Goof Troop. Para quem não sabe, Goof Troop é um desenho da Disney estrelado pelo Pateta e seu filho Max, que passou no SBT com o nome de “A Turma do Pateta” em 1997.
Fases



A história se inicia em um belo dia em que Pateta e seu filho Max saem para pescar. No meio da pescaria, seus amigos Bafo e seu filho Bafo Júnior acabam sendo seqüestrados por um navio desconhecido, com um símbolo informando que são piratas. Então Pateta e Max seguem o navio até uma ilha chamada “Spoonerville Island”.  Ao chegar à ilha descobrem que ela está ocupada por piratas e obviamente entram na aventura para acharem seus amigos, e então resgatá-los.  O jogo é composto de 5 fases, a primeira é numa praia, a segunda é numa vila pirata, a terceira é num castelo, a quarta é em uma caverna dentro da montanha e a quinta é dentro do navio pirata onde Bafo e Bafo Júnior estão.
Todas as fases têm um Chefão no final (óbvio né >.<)

Começando o jogo bem na beira de uma praia. Piratas e puzzle, uma abelha, uma cobra e alguns porcos espinhos, isso só era o começo de um grande jogo. Os itens são poucos, mas tudo parece ser muito para que esse jogo ser torna-se um sucesso para o Super Nintendo. A primeira fase nada tão difícil, os puzzle são fáceis e os inimigos não tem um nível elevado. Tem um lugar onde pode cavar buracos e neles achar itens como as esmeraldas de vida e continue e itens que ajuda a ganha vida.


O chefe são piratas que logo a frente nas outras fases, aparecem com mais frequência. É só esperar eles jogarem os barris ou as bolas de canhões, pegue e jogue novamente para eles até não sobra mais nenhum vivo. Muito fácil como todo primeiro mapa tem que ser.

Uma vila onde os piratas se escondem. Lá você encontra com novos inimigo, piratas magro de bandana verde que arremessa suas espadas e os piratas gordos que chutam os blocos de cimentos e que rolam no chão para cima de você em formato de bola. O mapa apresenta canhões e um pequeno puzzle(como todo mapa tem), aqui você precisar usa seu hookshot para ajudar a atravessar rios ou plataformas. Na verdade aqui é uma ilha onde vive os índios e eles precisam de sua ajuda para tira esse piratas da terra deles.

Um pirata cachorro louco, esse foi o nome que dei por não sabe o nome verdadeiro dele. Ele joga tochas e cospe fogo, um típico vilão que aprendeu a usa fogo para o mal, creio eu que ele fez um pequeno passeio no circo antes de entra no jogo. Quando você usar os 4 barris que estão nos cantos da fase, dois índios aparecer um em cada canto para ajuda, eles jogam barris quando você chega perto de um deles, isso para ajuda você a mata o pirata cachorro louco.

Para mim, essa é a melhor fase, apesar de lembra um pouco o cenário de Zelda(Snes). Como não deveria falta em um castelo, aqui se encontra vários labirintos, câmaras onde bolas sai de todo lado, piratas novos como o pirata magro de bandana laranja, que pega os barris e joga contra você, o legal que ele se atrapalhar e joga nos amigos, isso ajuda um pouco pq ele chega ate mata eles, tem uma parte em que aparece fantasmas e um labirinto escuro onde apenas uma bola de luz fica ao sei redor. Plataforma de elevador e no final antes da porta do chefe, uma parede em movimento, se demorar ela prende você no canto.

A volta dos mortos vivos, isso mesmo, dois esqueletos como chefe do castelo me deixou muito alegre, um desafio que na época, era bem grande, cada um deles com cor e ataque diferentes. O esqueleto vermelho jogava três ossos estrelas que fiquisava no chão, o esqueleto azul que era um pouco mais complicado por causa de seus osso estrelas que ficava batendo nas paredes e fazendo com quer demora-se a parar no chão. Depois de um tempo e com muitos acertos, eles começa a joga suas própria cabeças, que segue você e volta para o corpo depois de ser acertada. Muito bom ter dois chefes para variar o jogo.

Uma fase que passa dentro de uma caverna, como não bastasse, a caverna tem uma parte que é de gelo, não entendi muito, porque principalmente só tem duas em todo a quarta fase, acho que isso tudo para quebra o gelo. O que tava faltando, chegou no quarta fase, um pirata gordo com cor laranja que cospe fogo, igualzinho ao chefe do segundo mapa, mas pra mim, não elevou o grau de dificuldade. Gostei muito da parte onde você usa carros de minas. O grau de dificuldade só aumenta quando em uma parte da fase, voce tem que resolver um pluzze no escuro, muito bom essa parte. Perto do final, tem o ultimo pluzze, onde terminando de resolver, a água da cachoeira, para de descer, me lembrou um pouco jogos de rpg's.

Apesar de ter dois chefes, eles não se compara aos esqueletos do castelo das ilusões. São duas lagartas, uma verde e outra de cor vinho. Não são nada especiais, elas apenas passam entre os trocos de árvores, sai e entra nos trocos e quando entram, a caverna treme e cai pontas que fica no teto da caverna, como quase toda caverna tem. A cada ataque que você consegue acerta em uma delas, um pedaço do corpo se deslocar e assim vai até o fim.

Finalmente, Pateta e seu filho, encontra o navio dos piratas. A quinta fase é toda no navio, um nível de dificuldade bem elevado. Nada de pirata novos, o negócio aqui é que tem bem mais inimigos do que o normal, quadruplicaram o numero de piratas, e não era pra menos nê, estamos perto de pega o capitão. Um lugar que gostei e morri umas duas vezes, foi na parte onde aparece buracos e com um tempinho eles mudam de lugarres, bem legal, muitos marmanjos já caíram. Chegando em uma parte, onde se encontra vários baús cheio de tesouros, onde o local é escuro, você encontra a chave de ouro, e depois sobe a escada, onde você encontra uma plataforma, como vou disse a vocês, bem evoluída por sinal, diferente de tudo o que você viu no jogo todo, acho que isso deixou o jogo meio sem graça no final, já que essa plataforma era do tipo jogos em que se passa em cidades ou laboratórios, bem estranho.

A hora chegou, o Capitão Alma Negra(esse foi o nome que dei por não sabe o nome verdadeiro dele), e ele não vem sozinho, toda hora chama os piratas para ajuda-lo. Com vários truques, como rodar e lança bola de canhões, puxa você com seu gancho e atira com sua espingarda. Esse pra mim foi um bom chefe para o final do jogo, apesar de ser bem fácil de pega o macete para derrota-lo. Faltou um pouco de dificuldade para o final do jogo, mas mesmo assim, ele foi um dos maiores sucessos da época, torcia para lança o segundo jogo do Pateta no mesmo estilo, com novas fases e novos inimigos, mas infelizmente não foi nem feio no papel. Goof Trop, quem não jogou, não teve infância. Horas e horas na frente da tv fez com quer esse jogo com belos gráficos e sons bons, marca-se nos anos dourados dos consoles, nada se comparou até hoje com esse jogo e assim ficou muito bem conhecido.

Os Personagens

Pateta
O Pateta é um pouco mais lento para andar do que o Max, porem sua força é mais forte e com apenas um barril, consegue eliminar os piratas mais fortes do jogo.

Max
O Max anda um pouco mais rápido do que seu pai Pateta, mais sua força é pequena, tendo que usar dois ou mais barris para mata os piratas mais fortes.

Curiosidades

Nos quadrinhos, Pateta tinha uma identidade secreta conhecida como Superpateta. O personagem apareceu também no episódio animado Disney's House of Mouse. Nos quadrinhos italianos, Pateta possui também um primo arqueólogo, chamado Arizona Goofy. Assim como o Pato Donald e o Mickey, Pateta também possui um sobrinho: o inteligentíssimo Gilberto (Gilbert, no original). Nos desenhos antigos, Pateta faz o papel de pai de familia tem uma esposa que na verdade tem uma caracteristica humana, mas o seu rosto nunca é mostrado no desenhos apenas os seus pés as mãos e as costas, e com seu filho mais com nome de Junior, e tem uma caracteristica diferente do Max, a sua aparencia é de um menino humano com o rosto de cão igual do seu pai Pateta. Muitos ficam comparando o Pateta com o Pluto, apesar que os dois são da mesma espécie caninos, mas as caracteristicas do Pateta são diferentes das do Pluto, pois ele pode falar e andar como um humano, e o Pluto apenas latir e andar com quatro patas como o cachorro normal.

Capa e fita originais do jogo


Intro de Goof Troop